Juíza Selma critica adiamento da votação da previdência e convoca para manifestação em favor de CPI da Lava Toga

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Em discurso hoje (24) no Plenário do Senado Federal a senadora por Mato Grosso, Juíza Selma (PODE), demonstrou insatisfação com a mudança de data da votação da Reforma da Previdência que estava marcada para hoje. “Faço uma reflexão sobre os critérios que esta Casa tem utilizado para determinar o que é mais necessário se decidir. Hoje nós deveríamos votar aqui a reforma da previdência. Infelizmente isso não vai acontecer, porque a Presidência desta Casa entendeu por bem convocar uma sessão do Congresso Nacional para decidir, entre outras pautas, os vetos do Presidente da República em face da Lei de Abuso de Autoridade. É uma inversão, um desrespeito ao povo brasileiro, com todo respeito que eu devo ao Presidente Davi Alcolumbre, que agora não se faz presente. Nós temos, sim, prioridades. O povo brasileiro tem essa prioridade”, destacou a parlamentar.
A senadora aproveitou para falar sobre a importância da CPI da Lava Toga para o país e os impactos do combate à corrupção na reforma da previdência. “A CPI da Lava Toga é o começo da verdadeira limpeza. Nós temos a Lava Jato, que já fez um grande serviço para o Brasil. Mas tenho certeza, e não é só nos tribunais superiores, de que o Judiciário, o Ministério Público, todas as instituições têm que ser passadas a limpo. A economia com a reforma da previdência e outras reformas vão nos proporcionar a canalização para o bem do povo e não para desperdícios, para a corrupção”.
A senadora aproveitou ainda para falar sobre a manifestação de amanhã (25), na Praça dos Três Poderes em Brasília (DF). “Brasil, venha para cá amanhã, nós estamos esperando você, brasileiro, brasileira, que tem a vontade de colocar aquela camiseta amarela na qual está escrita que o meu partido é o Brasil. Não há ação partidária, nós aqui não temos nenhuma política que não seja absolutamente republicana. Nós queremos que as pessoas venham aqui para pedir às autoridades dos três Poderes: Pelo amor de Deus, vamos agir republicanamente”.

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