Juíza Selma se reúne com governador de Mato Grosso

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A senadora Juíza Selma (PODEMOS-MT) se reuniu na manhã desta sexta-feira (25) com o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, para tratar sobre as emendas destinadas pela parlamentar à segurança pública. Durante o encontro, Selma explicou sobre a destinação dos recursos que serão alocados para fins específicos como a construção da Delegacia de Combate a Corrupção (Decor), para melhorias no Laboratório Contra Lavagem de Dinheiro (Lab) e a aquisição de equipamentos de proteção individual de policiais como coletes balísticos femininos, entre outros. O secretário de segurança pública do estado, Alexandre Bustamante também esteve no encontro.
Selma resaltou que a ideia é estruturar efetivamente as polícias e os órgãos de segurança pública do estado para oferecer melhores condições de trabalho e um atendimento de qualidade para a população. A senadora pediu ao governador que ele garanta o direcionamento da verba para as áreas contempladas nas emendas da parlamentar. “O governador e o secretário de segurança agradeceram a colaboração no sentido de fomentar a segurança e o combate à corrupção e se comprometeram a investir os recursos nas áreas indicadas por mim”, pontuou a parlamentar.
Outro assunto abordado durante a reunião foi uma demanda recebida pela senadora, ontem (25), quando saía de um compromisso do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Uma associação de produtores em Guarantã do Norte pediu apoio da parlamentar para resolver um impasse referente à ocupação de uma fazenda do ex-governador de Mato Grosso, Sinval Barbosa, que foi sequestrada em favor do estado e hoje é ocupada por meio de um acordo com o governo estadual por um grupo de 150 famílias.
Agora, com o desdobramento do processo judicial, as pessoas que ocupam a fazenda estão ameaçadas por uma ordem de despejo para leilão do terreno prevista para ser realizada até o dia 6 de novembro deste ano. Na época da investigação, a fazenda foi avaliada no processo em R$ 33 milhões por Sinval. Já o Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), avaliou em R$ 4 milhões, valor este proposto em negociação pelas famílias para ser pago ao estado para mantê-los no terreno. Eles relataram ainda uma tentativa de fazer uma audiência de conciliação com a Intermat e a Procuradoria Geral do Estado, que, por sua vez, se recusaram a negociar.
“O governador assumiu o compromisso de cuidar pessoalmente do direcionamento desse problema para que se consiga chegar a uma solução que não seja trágica para as pessoas e também não cause prejuízo ao estado. Eu espero que o governador dê uma solução mais justa possível e que essas famílias que tiram seu sustento da terra não sejam prejudicadas”, pontuou Selma.

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